PREFEITURA DE SAQUAREMA INICIA RECADASTRAMENTO DA MOEDA SOCIAL SAQUÁ E GERA POLÊMICA
Novas inscrições para o beneficio já foram descartadas trazendo insatisfação para pessoas em condições de vulnerabilidade social. Enquanto isso pessoas de classe média são vista todos os dias utilizando o Cartão no comércio local, o que causa desconfiança da população com relação aos critérios dos beneficiários.
A Prefeitura de Saquarema anunciou o início do período de recadastramento do Cartão Moeda Social Saquá, benefício destinado a moradores em situação de vulnerabilidade social. O processo, que é obrigatório para todos os beneficiários atuais, ocorrerá de acordo com a inicial do nome de cada um e será realizado em dois polos de atendimento montados na cidade.
No ato do recadastramento, será necessária a apresentação de um documento de identificação original com foto, podendo ser o RG ou a Carteira Nacional de Habilitação (CNH). O procedimento funcionará como uma espécie de "prova de vida", onde os dados serão cruzados para garantir que os beneficiários ainda atendem aos critérios exigidos pelas legislações municipal e federal.
Entretanto, a decisão da Prefeitura de não abrir novas inscrições para o benefício gerou insatisfação entre os moradores que aguardavam uma nova chamada. Muitas dessas pessoas vivem em situação de vulnerabilidade e esperavam a oportunidade de acesso à Moeda Social Saquá.
Além disso, a falta de reajuste do valor do benefício tem sido alvo de críticas. Durante a campanha eleitoral, a prefeita Lucimar prometeu aumentar o valor para R$ 700,00, mas, após a posse, declarou que não há um prazo definido para esse reajuste. A mudança no discurso provocou revolta nas ruas e nas redes sociais, onde muitos classificam a atitude como um "estelionato eleitoral", alegando que votaram nela confiando na promessa de aumento imediato.
Especialistas afirmam que há recursos disponíveis para cumprir o compromisso de campanha. Com bilhões em caixa, a Prefeitura teria condições de elevar o valor do benefício, mas optou por não priorizar essa questão. Enquanto isso, beneficiários e moradores seguem cobrando posicionamento da gestão municipal.